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16 de junho de 2018

Sete alunos do Lusofonias-OP realizam este ano as provas de certificação da aprendizagem da rede Ensino Português no Estrangeiro (EPE).

Trata-se de uma certificação conferida pelo Estado português e de responsabilidade conjunta do Ministério da Educação e Ciência (através da Direção-Geral da Educação), e do Ministério dos Negócios Estrangeiros (através do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P.). As provas em si reconhecem, certificando, o nível de proficiência da língua de acordo com os parâmetros definidos pelo Quadro de Referência para o Ensino Português no Estrangeiro (QuaREPE), com base no Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECR).

Esta certificação é, no fundo, não apenas o reconhecimento dos desafios do mundo global atual mas também uma resposta a esses mesmos desafios. Ao certificar as competências linguísticas dos alunos dentro de um quadro internacional de política da língua, garante-se uma qualificação que não depende do país onde se vive. Tal como se verifica noutras áreas, também no âmbito da rede EPE, mecanismos de harmonização garantem a compatibilização entre diferentes sistemas educativos e a validade dos certificados obtidos.

Os nossos alunos, que frequentam atualmente os níveis A2 e B1, realizam os exames do nível imediatamente inferior, A1 e A2. Estas são provas que o Lusofonias – OP oferece na sua capacidade de escola associada Camões. As provas podem ser realizadas até ao nível máximo da formação, o C1. Esta é a segunda vez que o Lusofonias-OP propõe alunos à certificação da aprendizagem e a primeira que as provas são realizadas em Edimburgo. Não ter que deslocar os nossos alunos (e famílias) a Londres, não só facilita o processo, como reduz os custos significativamente, aumentando assim o número de alunos interessados na certificação.

Resta-nos desejar boa sorte a todos os alunos que realizam as provas no próximo sábado, fazendo votos para que tenham tanto sucesso como as alunas que, há dois anos, fizeram as provas pela primeira vez!

Para mais informações sobre a certificação EPE clique aqui.

Um grupo de pais dinâmico e interessado em criar laços que vão para além das ligações escolares, lançou o ‘Café da Manhã’. Esta iniciativa, que visa também angariar fundos para as atividades do Lusofonias-OP, decorre desde o dia 18 de novembro de 2017 e está para ficar!

A acompanhar os cafés (fornecidos pelo Lusofonias-OP a um custo de £1/café e com a colaboração inestimável de um dos membros da direção, Janina Costa), há sempre bolos caseiros que os pais oferecem generosamente. Para degustar estas delícias, os interessados apenas têm que fazer uma doação no valor que entenderem. Parte dos fundos angariados foram canalizados para a festa de Natal; as despesas associadas à biblioteca online (um projeto em desenvolvimento) serão também suportadas por estas generosas contribuições.

Todos os sábados do período letivo, das 11:00 às 13:00h, na cafeteria da Leith Academy.

Poster do Café da Manhã.
Poster do Café da Manhã - versão em inglês.

A edição de 2018 do Iberodocs – Festival de Cinema Documental Ibero-Americano (4-8 abril) contou um novo parceiro: o Lusofonias-OP!

E, pela primeira vez, o programa do festival incluiu uma sessão para o público infanto-juvenil. Um filme para crianças, jovens e as suas famílias falado em Português num festival de cinema documental realizado em Edimburgo!

O filme selecionado em colaboração com a equipa do Iberodocs foi Jonas e o Circo sem Lona (Brasil, Paula Gomes, 2016). É falado em Português e legendado em Inglês e pôde ser visto no dia 8 de abril, pelas 13:30, no Grassmarket Centre, Edimburgo.

Sinopse: Jonas é um rapaz de 13 anos cujo maior sonho é manter vivo o circo que ele próprio criou no quintal de sua casa. Jonas nasceu num circo itinerante, mas a sua família decidiu deixar essa vida para trás e fixar-se numa zona (violenta) dos arredores de Salvador, norte do Brasil. Para escapar à nova realidade, Jonas monta o circo nas traseiras de sua casa. Enquanto luta por manter o circo vivo, enfrenta também os desafios impiedosos da adolescência. A pergunta está aí: o que fazer com os nossos sonhos quando crescemos?

Jonas e o circo sem lona, Paula Gomes, 2016.

 

Depois do filme seguiram-se duas oficinas/workshops: uma oficina de dança afro-brasileira (dirigida por Andrea Ewerton, dançarina brasileira) e uma oficina de teatro (dirigida por Liliana Campos, atriz portuguesa). Dois momentos animados para libertar a energia acumulada durante a visualização do filme!

Os detalhes de toda a programação podem ser encontrados aqui.

Os nossos agradecimentos a todos os que colaboraram connosco neste projeto e, principalmente, a todos os que nele participaram!

Cartaz do evento. Iberodocs 2018.

Georgia Lynch e Carolina Gomes, alunas do Lusofonias-OP participaram na 1.ª edição do concurso literário da Associação Ajudaris (Porto, Portugal) sob o tema: Património Histórias da Ajudaris – Da minha janela, vejo….

Este concurso, lançado em parceria com o Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, (Camões, I.P.) visa promover a leitura e a escrita em Língua Portuguesa não só em Portugal (continente e ilhas) mas também na rede de Ensino Português no Estrangeiro (EPE) do Camões, I.P.

A partir do tema geral proposto pelos organizadores (“Património”, material [ex.: arquitetónico] ou imaterial [ex.: tradições]), as nossas autoras lançaram-se num processo criativo que produziu uma belíssima aventura à descoberta dos sabores, cores e sensações da gastronomia portuguesa. A coordenação de todo este processo ficou a cargo da Prof. Sandra Ferreira, a quem o Lusofonias – OP agradece toda a dedicação. Aguardamos os resultados!

Cartaz do evento.

23 de maio, biblioteca de Morningside, Edimburgo

Cartaz do evento.

 

“Viva deus e ninguém mais, quando deus não quer, na vida nada se faz”...

Assim começa uma das histórias/canções populares do nordeste brasileiro, partilhada com todos os que participaram no sarau literário co-organizado pela Literarte (Associação Internacional de Escritores e Artistas Brasileiros) e pelo Lusofonias-OP. Depois de muitas aventuras e agruras, a história acaba bem e o pescador (a personagem principal da história) demonstra como a crença e a alegria podem ter uma influência decisiva na vida de cada um e de todos.

A contadora da história do pescador em ação.
Apresentação do projeto Literarte por um dos escritores.

 

O Lusofonias – OP recebeu, no dia 23 de maio de 2018, pelas 18:00h, uma delegação de escritores, poetas e contadores de histórias brasileiros de visita ao Reino Unido. O evento, bem participado por crianças e adultos, proporcionou não só a partilha das histórias, como de experiências culturais diversas. No fim, ainda houve lugar à oferta de livros!

Um fim de tarde único, possível graças à generosidade da Literarte e que contou também com a colaboração da Biblioteca de Morningside, que aqui agradecemos.

Dois outros contadores de histórias manuseiam mamulengos, um fantoche típico do nordeste brasileiro

3 de junho, 14.30-17.30

Este ano, com a colaboração dos nossos amigos e cientistas do Native Scientist – Edimburgo fomos visitar o Dynamic Earth, em Edimburgo. A visita teve lugar no dia 3 de junho e foi guiada em português, com a participação de diversos especialistas. Tantos quanto a formação do universo, do planeta Terra e da vida que se seguiu requerem! Ou quase...

Os alunos puderam colocar perguntas, mexer, ver e tocar, num percurso que não só ilustra a formação do universo e da vida na Terra, mas que também nos desafia a pensar nos equilíbrios frágeis em que assenta essa mesma vida e em como podemos agir para os manter.

No fim do percurso as crianças foram brindadas com um lanche, sem dúvida para sedimentar bem os conhecimentos adquiridos ao longo desta viagem de biliões de anos. O nosso obrigada ao Native Scientist por mais um sucesso.

Voluntária do Native Scientist explica noções básicas de geologia, como convecção...
Voluntária do Native Scientist e um olhar detalhado ao centro da Terra.
A força e a fragilidade dos glaciares.
Screen shot página inscrição no evento.